Colunistas
Raposão e o Dia dos Pais
publicado em 10 de agosto de 2018 - Por João RaposoAeeeeeeee!!! Domingo é nosso dia! É dia daquele que é pai! Pai não é aquele que só ajudou na concepção, mas sim aquele que educa, que está ali todo dia, que ampara, que ajuda, que resolve conflitos, que estende a mão, que troca fralda, enfim, pai é aquele que participa, pai é aquele que simplesmente é PA-I, no exato significado dessa palavra tão pequena, mas de significado tão grande!!!
Esse Dia dos Pais vai ser “diferente” para Raposão, aliás, muuuuuuito diferente! Perdi meu filho há pouco mais de dois meses e é óbvio que a lembrança do Lucas estará muito presente, afinal no Dia dos Pais sempre a gente ia fazer algo, um almoço, um show, um cinema, um teatro ou outro passeio qualquer.
Mas, não podemos deixar a peteca cair, não é mesmo? Nesse Dia dos Pais eu vou seguir o mesmo script: vou pegar minha filha Lalá (e levar junto a “lembrança do Lucas”, que estará ao nosso lado com muito mais presença do que se fisicamente estivesse) e passear por aí! Na verdade “temos um encontro” com o Rodrigo Lombardi (o ator), pois vamos ver uma peça de teatro na qual ele atua.
Mas, por que estou “dizendo” isso? Ora, justamente para incentivar você pai, que tem o privilégio de ter seu filho aí ao seu lado, de poder abraçá-lo, de poder sentir sua presença, a fazer o mesmo! Tenha certeza que isso e esse dia é algo muito especial, portanto, celebre a vida, celebre o Dia dos Pais! E não se esqueça de agradecer a Deus por esse momento tão especial!!!
Posso assegurar que não há dor maior que perder um filho, a gente sente até “receio de sorrir” ou até “de ter bom humor” (e Raposão tem muuuuuito bom humor!), pois parece que o riso está indo contra a dor que a gente sente, parece que o riso ou o sorrido é proibido quando a gente tem essa dor no coração! Mas, aprendi algo com essa imensa perda e gostaria de tentar passar esse aprendizado: “não podemos deixar a dor ficar engordando na cama ou no sofá!”.
Nós temos que “por a dor para se movimentar!”. Então, meu querido leitor e minha querida leitora: se me encontrar por aí sorrindo, rindo, contando piada, passeando ou simplesmente vivendo, não se assuste! Isso é apenas minha dor que pus para se movimentar! É somente a minha dor que levei passear!
E se você também tem alguma dor, leve-a passear também!
E feliz Dia dos Pais a todos que, de uma maneira ou de outra, é pai!!!
E “vamu que vamu”!!!!
CREDIBILIDADE
Raposão é esse cara que demonstra ser aqui nessas breves linhas que escrevo toda semana. Uma das finalidades dessas breves linhas é exercer a cidadania, pois longe de qualquer crítica política, o que Raposão verdadeiramente procura é uma Bragança melhor, é uma cidade que abrigue cada vez mais seus cidadãos, propicie a eles uma qualidade de vida cada vez melhor.
Desta forma, Raposão nunca usou este espaço para fazer crítica com intuito político. Todas as críticas que faço têm ou teve intuito “construtivo”, têm ou teve a intenção de “melhorar” algo. Talvez até por isso que eu sempre fui muito respeitado por inúmeros prefeitos que passaram. A grande maioria sempre entendeu isso e sempre deu retorno às críticas ou sugestões que aqui teci. E isso não tem preço!
Assim, Raposão sempre se sentiu muito à vontade de escrever o que fosse que tivesse de escrever, pois sempre quando você tem isso em mente (não fazer crítica política, mas sim escrever visando o melhor para todos), tudo se transforma em “credibilidade” e, mais uma vez, isso realmente não tem preço!!!
Então, sigo nessa toada…
ELIANA OU ANGÉLICA?
Acontece cada coisa em campanha eleitoral que até Deus duvida!!!
Tem uma história antiga sobre o governador Ademar de Barros, que em campanha em uma pequena cidade do interior, em seu discurso errou o nome da cidade por umas três vezes. E todas as vezes que errou foi corrigido pelo seu assessor, que cochichava ao seu ouvido o nome certo da cidade. Até que, pela quarta vez corrigido, não se conteve e gritou ao microfone: “É tudo a mesma merd…!”.
Verdade ou folclore, recentemente tivemos mais um caso cômico, desta vez envolvendo o candidato à presidência Geraldo Alckmin. “Estava ele” participando de um evento, cujo apresentador era o Luciano Huck, quando ele falou para o Luciano mandar um abraço para a “Eliana”, confundindo o nome da esposa “Angélica” do Luciano, com a “Eliana”, também apresentadora de TV.
O pior de tudo é que a Eliana foi namorada de Huck, antes de conhecer a Angélica!!!! Ou seja, mandou um abraço para a ex-namorada (olha o tamanho da gafe!!!).
Sinceramente, se Raposão fosse o Alckmin, aproveitaria o máximo essa gafe, pois tenho certeza de que vai ser a única coisa polêmica que vai acontecer na sua campanha!
Como se vê, Alckmin tem demonstrado que não só faz a “velha política” (se associou aos velhos políticos para conseguir mais tempo de televisão), mas parece também viver no passado. Pelo menos para uma coisa essa gafe de Alckmin prestou: Raposão sempre teve dúvida se era Eliana ou Eliane? Ao menos para isso serviu: é Eliana!
ZOEIRA
Sabe aquele aluno que vai à aula só para zoar? Que não tem comprometimento com nada e não tá nem aí com coisa nenhuma? Pois é, assim tem se comportado o PT, que parece que não se importar com suas atitudes, que chegam a beirar o ridículo.
Agora lançaram a candidatura do “presidiário” Lula à presidência da República. Isso mesmo que você leu: o “preso” e “condenado” Lula é candidato! Óbvio que, uma vez que ele esteja condenado em segunda instância, sua candidatura vai ser impugnada, mas notem o modo de agir do “aluno descompromissado” chamado PT! Ele deixa bem claro a sua mensagem que é: “Dane-se o Brasil!!!”.
TABELAMENTO
Venda de combustível é algo bem complicado no Brasil. Essa história que existe livre concorrência é balela, pois como ter isso se o preço na origem é tabelado à medida que só temos uma “distribuidora” (ou produtora) no país e esta se chama Petrobras!?
Então, fica difícil fazer “milagre” no preço do combustível se o preço na origem é o mesmo. A diferença nesse mercado pode ocorrer principalmente quando o posto não tem bandeira, ou seja, não é da “marca” Shell, nem Petrobras, nem Texaco, nem Ipiranga, enfim, quando não tem “uma grife” por detrás do combustível comprado, pois daí o preço acaba caindo (não tem os custos de distribuição e nem o “merchan” dessas grandes marcas) e assim o posto acaba vendendo mais barato, mas a qualidade pode ser inferior ou ter um controle de qualidade, digamos, “menos apurado”.
Mas, uma coisa anda chamando a atenção de Raposão nestas últimas semanas: tenho visto postos “com bandeira” (de marcas Shell, Petrobras, Ipiranga, etc) com preços bem diferenciados um do outro, algo que não eu via há muito tempo!
Fica a pergunta: será isso uma concorrência que efetivamente está ocorrendo ou seria qualquer “outra coisa” que não temos conhecimento? O tempo dirá…
