Cotidiano

Vereador questiona atraso nas obras e falta de representatividade no Concidade

publicado em 22 de maio de 2018 - Por A Imprensa de Bragança
DCI

O vereador Marcus Valle (PV) criticou a demora para a entrega da readequação viária da Praça 9 de Julho. Em sua manifestação, o vereador também criticou a falta de participantes da sociedade civil na composição do Conselho Municipal e de Política Urbana de Bragança Paulista (Concidade).

Marcus mencionou encontro entre comerciantes da Praça 9 de Julho e o prefeito Jesus Chedid no fim de janeiro, em que ficou acordada a execução das obras dentro do menor prazo possível. “Participei da reunião no gabinete do prefeito, onde foram sugeridas algumas mudanças no projeto inicial, e um dos principais pedidos era que o serviço fosse executado o mais rápido possível, e isso não foi atendido. A cada dia que passa os prejuízos para o tráfego local e o comércio são maiores”.

O vereador questionou os prazos dados pelo Executivo para a conclusão do trabalho. “Essa obra está se estendendo de uma maneira inadequada. Recebemos o secretário Municipal de Obras [Paulo Armando] na Comissão de Justiça no início de abril e o prazo para a entrega da readequação da praça era de 45 dias.

Na última semana, o Bragança-Jornal Diário publicou uma matéria com a informação de que ainda teremos mais 60 dias de trabalho. A indefinição gera um desgaste para a Prefeitura e principalmente para a população. Você pode ter um ou outro problema que justifique o atraso, mas a indefinição desmoraliza o Poder Público”, pontuou Marcus.

Marcus também comentou da atualização do Plano Diretor do Município e a composição do Concidade. “A Câmara Municipal não pode aprovar nenhuma alteração no Plano Diretor, sem que o assunto tenha passado pelo Concidade. A Ação movida pelo Ministério Público contesta justamente a falta de participação de entidades da sociedade civil.

O Concidade é um órgão técnico que precisa ser independente da Administração, e não o contrário, com atuação direta nas propostas da atualização do Plano. Soube, com surpresa, que algumas entidades não indicaram representantes, o que fez com que a Prefeitura fizesse as indicações, e considero essa omissão dos grupos como uma falha tremenda”, encerrou Marcus.