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SEXAGEM FETAL

publicado em 8 de novembro de 2017 - Por Informe Publicitário

Após receber a notícia do diagnóstico de gravidez positivo o casal fica ansioso para saber o sexo do bebê.

Fazer acompanhamento com Ginecologista, exame pré-natal, pensar no nome, estudar a cor do quarto ou das roupinhas estão entre os próximos passos no preparo da chegada do novo membro da família.

Através de um exame laboratorial é possível saber o sexo do bebê de maneira precoce a partir da 8ª. semana utilizando um método não invasivo e seguro para a mamãe e o bebê. Trata-se do teste de Sexagem Fetal realizado através da coleta de sangue materno para análise.

Para entender como é feita esta pesquisa, vamos relatar alguns avanços científicos e rever algumas definições:

O cientista Chinês Y. Dennis Lo descobriu que durante a gestação existe DNA fetal circulante no sangue da mãe. A concentração de DNA fetal circulante no sangue materno é menor no início da gestação, vai aumentando e normalmente atinge níveis mínimos de detecção analítica a partir da 8ª. semana. Na 8ª. semana cerca de 3% do DNA circulante é de origem fetal chegando a atingir 6% no final da gravidez.

Tanto as mulheres como os homens apresentam 46 cromossomos. O que diferencia o sexo masculino do feminino são os cromossomos sexuais. As mulheres apresentam dois cromossomos X enquanto os homens apresentam um cromossomo X e um cromossomo Y. Então o que determina o sexo é a presença do cromossomo Y (masculino) ou sua ausência (feminino).

Assim, em análise final, a presença do cromossomo Y no sangue materno indica que será um menino e sua ausência indica que será uma menina.

No caso de gêmeos, se forem idênticos, univitelinos, o resultado é válido para os 2 fetos. Para gêmeos fraternos, bivetelinos, a presença do Y indica que pelo menos um dos gêmeos será menino. Se o resultado obtido for ausência do cromossomo Y pode-se afirmar que são 2 meninas.

Este exame não tem como objetivo o diagnóstico de gravidez. Se for realizado por uma mulher que não está grávida, o resultado será ausência de cromossomo Y e indicará sexo feminino.

O teste deve ser avaliado com cautela e até mesmo não ser realizado em algumas situações: mulheres que realizaram fertilização in vitro, que receberam transfusão de sangue nos últimos 6 meses ou transplante de órgão de um homem, transplante de medula óssea, que foram submetidas a infusão de linfócitos paternos ou imunização com linfócitos paternos. Ainda o uso de alguns medicamentos anti-coagulantes como enoxaparina, heparina, varfarina podem inibir a reação analítica prejudicando o resultado final. Seu ginecologista vai orientar sobre as limitações do teste nestas situações.

Este é um teste de alto índice de acerto quando realizado a partir da 8ª. semana alcançando índices superiores a 98%.

Se for realizado antes da 8ª. semana o resultado pode ser falho uma vez que os níveis de DNA fetal estão baixos e possivelmente ainda não detectáveis pelo método.

Em Bragança Paulista este exame pode ser realizado através do LABAC LABORATÓRIO que em parceria com o DB – DIAGNÓSTICOS DO BRASIL oferece estrutura de última geração em testes de biologia molecular.

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